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Criolina Instrumental apresenta nomes de destaque da música instrumental candanga

A programação do Mosaico Cultural, festival online que ganha primeira edição em 2020, está recheada de atrações potentes da cena cultural do DF. O projeto acontece entre os dias 26 de setembro e 25 de outubro e será inteiramente transmitido pelo Canal Mosaico Cultural DF no Youtube, com acesso gratuito. Um dos destaques da programação é o Criolina Instrumental, que soma à esse rico panorama da música candanga nomes de peso da cena instrumental da cidade em oito dias de apresentações transmitidas ao vivo diretamente da cervejaria homônima, sem plateia. Ao todo, 16 atrações formam o line up do Criolina Instrumental.

Atuante na noite do DF há 15 anos, o Criolina é reconhecido por fortalecer e evidenciar grandes talentos da música instrumental. Na programação do Mosaico Cultural, se apresentam Gypsy Jazz Club, Funqquestra, Passo Largo, Muntchako, Face Quarteto, Esdras Nogueira e Grupo, Paula Zimbres, Zé Krishna e Amigos Eternos, Pablo Fagundes Grupo, Forró Red Light convida Martinha do Coco, Brasília Samba Jazz, Bradixie Band, Rodrigo Bezerra e Grupo, Ian Coury Trio, Marlene Souza Lima e Capivara Brass Band. Ao final da programação, o coletivo Criolina apresenta ainda uma edição especial de sua festa virtual Tela Plana, sucesso de público ao longo do período de isolamento social. 

Mais informações e programação por dia no site www.mosaicoculturaldf.com.br.

Serviço – Criolina Instrumental no Mosaico Cultural
Quando: 26 de setembro a 22 de outubro de 2020
Onde: Canal Mosaico Cultural DF no Youtube (youtube.com/mosaicoculturaldf)
Horários e Programação completa: Consulte programação completa no site do evento – www.mosaicoculturaldf.com.br
Classificação indicativa: Livre para todos os públicos.
Valores: Evento online e gratuito.
Redes Sociais (FB, IG e YT): mosaicoculturaldf 

SAIBA MAIS SOBRE AS ATRAÇÕES

26 de SETEMBRO
Funqqestra (@funqquestra)

FUNQQUESTRA é o encontro de diferentes influências no mesmo palco. A diversão do funk, o improviso do jazz e a originalidade brasileira com a potência de uma orquestra de formação incomum: 2 baterias – tocando juntas! – que se somam aos sons da guitarra, baixo, teclados e metais. Criado em 2012 pelo baterista Bruno Gafanhoto, a banda tocou em importantes palcos pelo Brasil, fez turnê nos Estados Unidos e Colômbia e já dividiu o palco com ícones como Sandra de Sá, Carlos Malta, Nicolas Krassik, MARO (Portugal) e Dani Black. 

Gypsy Jazz Club (@gypsyjazzclub)
Formada pelos músicos Victor Angeleas (violão tenor e bandolim de 10 cordas), Pedro Vasconcellos (cavaquinho), Igor Diniz (contrabaixo acústico) e Eduardo Souza (violão manouche), a Gypsy Jazz Club se propõe a representar e divulgar o Jazz Manouche, estilo consagrado pelo guitarrista cigano Django Reinhardt,  em fusão com a Música Brasileira. Em 2016, lançou um primeiro disco em parceria com o violinista americano Ted Falcon. Em 2018, receberam o prêmio de “Melhor Interprete Instrumental” com a música Um Choro Manouche no Festival de Música da Rádio Nacional FM Brasília. Já em 2019, a banda lançou o álbum Menestrel, sucesso entre ouvintes e crítica especializada, que conquistou o prêmio de Melhor Álbum Instrumental na maior premiação mundial da música independente, o Independent Music Awards. O grupo, que já se apresentou em palcos como do Festival Coma, Todos os Sons e  Jazz Manouche de Piracicaba, lança em 2020 o álbum Brasília Live Sessions, com a assinatura do músico e produtor Dudu Maia. 

01 de OUTUBRO
Muntchako (@muntchako)
O grupo faz dos ritmos pontes que nos transportam para ambientes inimagináveis. Caminha pela América Latina caliente, pela África mântrica, pela hipnose moura cigana, pela Jamaica enfumaçada e pelos bueiros suados da Amazônia equatorial. Cada passo dessa caminhada é pontuado pelos algoritmos universais da pista: beats eletrônicos, synths e guitarras misturam-se aos instrumentos e tambores orgânicos. O resultado é uma música instrumental, sem letras mas com muitos sotaques. Sem nomenclatura e principalmente, sem fronteiras. Os sons e as estéticas terceiro-mundistas são traduzidas em seu próprio estilo. Com os pés num Brasil imenso, plural, diverso e com as antenas curiosas que captam as tendências urbanas do mundo. Sem cerimônia, o Muntchako treme na periferia de Belém, mama no forró paraibano, swinga no ska jamaicano, rebola na latinidade, faz cara de mau no rock, sensualiza no tango, sobe o morro do baile funk e afunda o pé na discoteca.

Passo Largo (@passolargorock)
Passo Largo lança mão de diversos estilos, do rock`n roll ao ska, do jazz ao metal, gerando uma fusão instrumental que se apodera do groove, da improvisação, mas mantêm a impressão de melodias “cantáveis”. Mesmo as frases mais velozes ganham uma leveza à compreensão, algo que se dá naturalmente, devido ao sentido harmônico herdado do choro e à referência rítmica de brasilidades – samba, baião, partido alto, frevo, boi, maracatu – e mais, certamente, à soma destas influências aliada à sinergia do grupo. Formado por Marcus Moraes (guitarra), Vavá Afiouni (baixo) e Thiago Cunha (bateria), a banda lançou em 2020 a faixa “Glóbulos” e está em processo de finalização de um novo single.

03 de OUTUBRO
Esdras Nogueira e Grupo (@esdrasnogueira)

Esdras Nogueira é saxofonista, produtor com quatro álbuns solo lançados e história de quase 20 anos na banda Móveis Coloniais de Acaju, com a qual lançou outros quatro álbuns. Desde 2014 deu início a um trabalho solo, sendo o último intitulado “Transe”, uma reinterpretação instrumental do álbum “Transa”, de Caetano Veloso, gravado em Londres em 1971. A carreira solo de Esdras começou com o lançamento de “Capivara” em 2014, tendo lançado posteriormente o “NaBarriguda” e um disco ao vivo gravado no Sesc Ceilândia. Além do trabalho como músico, Esdras realiza o festival de música instrumental Música não é Barulho, Música Transforma. 

Face Quarteto (@facequarteto)
Formado por Victor Angeleas (bandolim de dez cordas), Márcio Marinho (cavaquinho de seis cordas) e Larissa Umaytá (pandeiro) e pelo baixista goiano Bruno Rejan, o Face Quarteto se apresentou pela primeira vez em 2017, no renomado festival Chorando Sem Parar, em São Carlos (SP). Desde lá, o grupo já se apresentou em diversos festivais nacionais e internacionais, tendo como destaque o show no Rio Montreux Jazz Festival, em 2019. O repertório da banda é autoral, constituído pelas obras do álbum “Asa Norte Criativa”, com influências de choro, frevo e jazz instrumental brasileiro, onde o virtuosismo e a improvisação são traços distintivos do projeto. O quarteto circula com apresentação musical e Oficina de Choro, Frevo e Ritmos Brasileiros. 

08 de OUTUBRO
Paula Zimbres Trio (@paulazimbres @cairo.vitor @renatogalv)
Paula Zimbres é baixista, compositora e cantora. Ao lado do violonista Cairo Vitor e do baterista Renato Galvão, Paula traz para o Criolina Instrumental um repertório autoral extraído de seus dois álbuns solo, Água Forte (2012) e Moinho (2017). Seu primeiro álbum solo, Água Forte, foi gravado e lançado em 2012. Apresentando-se pela primeira vez como compositora, além de executar baixo elétrico e acústico, piano e voz, Paula mescla a música brasileira, o jazz e a música erudita em uma sonoridade muito pessoal. Em 2017, lançou seu segundo álbum, Moinho, trazendo uma atmosfera mais solar e alegre, remetendo à natureza do Planalto Central que lhe serviu de inspiração. Duas faixas deste disco (Quatro Pontes e Redemoinho) foram finalistas do Festival de Música Nacional FM, em 2014 e 2018, respectivamente. Seu trabalho autoral foi apresentado em importantes espaços como o Clube do Choro de Brasília e o Espaço Cultural Renato Russo, e em festivais como Todos os Sons (2012), Mostra SESC de Música (2016), CoMA – Conferência de Música e Arte (2019) e Jazz na Vila (2018 e 2019). 

Ze Krishna e Amigos Eternos (@zekrishna @renatogalv @miranda.cbx @felipeviegasom)
A fusão de culturas ocidentais e orientais faz o molho desse grupo, que tem, naturalmente, uma originalidade ímpar. Ao juntar a experiência de morar doze anos na Índia e tocar em diversos lugares do mundo como Brasil, Índia, Estados Unidos, Áustria e França, Zé Krishna teve a oportunidade de escrever um tipo de música que dialoga com várias linguagens e estilos. A mistura da música brasileira, com sua harmonia rebuscada e ritmo marcante, com as melodias vindas da música indiana criou um novo estilo musical denominado pelo grupo de “Brasindia Style”. “Style” pelo fato da banda ter influências do Reggae Music que se apresentam marcantes em seu novo trabalho, um álbum de dez faixas autorais que está prestes a ser lançado. A performance cosmopolita que é apresentada em seus espetáculos é de fazer dançar, relaxar, pensar e se surpreender com esse som pulsante.

10 de OUTUBRO
Forró Red Light e Martinha do Côco (@forroredlight)

Usando bases eletrônicas como ponto de partida para releitura de um dos ritmos mais tradicionais e dançantes da música brasileira, Geninho Nanacoa e Ramiro Galas convidam os pés inquietos e os ouvidos curiosos para mergulharem em um arrasta-pé do futuro com o projeto Forró Red Light. É através de versões e clássicos do forró, do baião, do xote e do frevo que a dupla se apresenta no formato live, ressignificando ritmos tradicionais brasileiros com samples, remixes e elementos da música eletrônica, como o Acid House, criando um forró dançante e contemporâneo que os próprios músicos chamam de um “Forrobodó Live PA”. Colocar o pé (e os ouvidos) nesse universo particular do Forró Red Light é se permitir dançar (agarradinho ou não) em uma atmosfera de ritmos orgânicos e eletrônicos que grudam no cangote e fazem o arrasta-pé inevitável.

Pablo Fagundes Grupo (@pablofagundes1)
Foi há mais de 25 anos, nas raízes negras do blues e do jazz, que Pablo Fagundes descobriu a gaita diatônica. Mais tarde, as singularidades e os desafios da música brasileira fizeram nascer nele a afinidade pela gaita cromática. Poucos gaitistas, no cenário musical global, tocam com tanta expertise ambas as gaitas. Com seis CDs gravados e larga experiência internacional, que inclui apresentações na Europa, Austrália e América do Norte, Pablo já tocou com músicos consagrados, como o gaitista belga Toots Thielemans, o multi- instrumentista Hermeto Paschoal, o guitarrista Toninho Horta, os bandolinistas Hamilton de Holanda, David Grisman, Mike Marshall, o sanfoneiro Dominguinhos e os gaitistas norte-americanos Howard Levy e Peter Mad Cat, vencedores do Grammy Award. Formado pela Escola de Música de Brasília, Pablo também idealizou e implementou, em 2006, o Curso de Gaita Cromática no Clube do Choro de Brasília, onde também exerce a função de coordenador musical. 

15 de OUTUBRO
Bradixie Band (@jhoninhamedeiros @andrebraztera @edileniosouza @marcos_santos_trp @adilsilva)

A Bradixie Band surgiu no início do ano de 2017 com a proposta de compartilhar alegria através do som. Com seu primeiro disco autoral, PONTO DE PARTIDA, Bradixie abriu as portas das casas de shows de Brasília, já tendo se apresentado no Clube do Choro, Casa Thomas Jefferson e participado de vários eventos corporativo. Trata-se de uma Brass Band formada por tuba, trombone, trompete, guitarra e bateria, possuindo como marca registrada a espontaneidade e o groove. Na sua  formação, a Bradixie Band busca valorizar a particularidade timbrística de cada instrumento por meio da improvisação e interatividade, possuindo como um dos seus  principais objetivos envolver o espectador com a emoção de uma música viva. 

Brasília Samba Jazz (@brasiliasambajazz)
O grupo Brasília Samba Jazz tem como objetivo primeiro realizar o resgate sonoro genuíno da música brasileira dos anos 1960. Formada pelos músicos Oswaldo Amorim (contrabaixo), Joelson Conceição (violão), Marcos Santos (trompete), Adil Silva (trombone), Carlos Cárdenas (saxofone) e Jackson Delano (saxofone), a banda, idealizada pelo baterista Sandro Souza, traz em seus shows o que chamam de “um resgate do Sambalanço, Samba-Jazz e da Bossa Nova”. O clima das apresentações é sempre de frescor de memórias, trazendo leveza e inspiração, um passeio pelos arranjos e timbres de canções brasileiras gravadas na década de 50 e 60, de Milton Banana, Moacir Santos, Zimbo Trio, Meirelles e os Copa 5 até Elza Soares. 

17 de OUTUBRO
Ian Coury Trio (@ian_coury @renatogalv @miranda.cbx)O jovem brasiliense Ian Coury, de apenas 18 anos, já tem lugar de destaque entre a nova geração de bandolinistas. Com uma premente vontade de fazer algo diferente e produzir suas músicas com sonoridades diversificadas, convidou os amigos Renato Galvão, baterista de destaque no cenário brasileiro, e Pedro Miranda, multi-instrumentista, cantor, compositor e produtor musical, para juntos criarem e se apresentarem pela cidade. A marca registrada dos artistas evidencia-se pela personalidade musical diferenciada, sonoridade contemporânea, arranjos autênticos e inovadores, energia vibrante e eletrizante. Vale conferir os improvisos refinados, contagiantes e deliciosos, além de grooves dançantes, joviais, intensos e precisos dos artistas. Ian Coury Trio traz um repertório eclético e contagiante com músicas autorais, MPB, choro, frevo, etc.

Rodrigo Bezerra Trio (@rodrigobezerra, @rodrigobalduino, @caiofonsecamusic)
Instrumentista, produtor, compositor e arranjador, Rodrigo Bezerra teve seu primeiro contato com a guitarra aos 12 anos de idade. Dos 16 aos 27, se dedicou a sua formação como instrumentista, se graduando em música pela Universidade de Brasília. Em 2010, Rodrigo foi estudar jazz guitar, no conservatório Liceu de Barcelona, na Espanha. Curiosamente, foi nesse período longe do País, se aperfeiçoando na técnica instrumental, que ele redescobriu sua paixão pela canção brasileira. Depois de concluir o curso, Rodrigo voltou para o Brasil e lançou, em 2013, seu primeiro disco de canções, “Tempo ilusão”. Em 2015, foi vez de “Três”. Antes da experiência no exterior, Rodrigo tinha formado com os amigos da UnB o grupo instrumental “Tequatro”, com quem lançou disco homônimo em 2008. No ano seguinte, se aventou em carreira solo, com o trabalho também instrumental “Outros lugares”. Entre 2004 e 2010, Rodrigo Bezerra tocou e produziu a cantora Ellen Oléria. Em 2016 Rodrigo Bezerra lançou o DVD, “A música de Rodrigo Bezerra” e o álbum instrumental “Naturalmente”, ao lado do baterista Allen Pontes e, em 2018, o sexto álbum de sua carreira, de nome “Lugar no Mundo”.

22 de OUTUBRO
Capivara Brass Band (@capivarabrassband)

Formada em dezembro de 2017, a Capivara Brass Band levanta a bandeira da arte urbana de forma muito livre e direta. Seja em apresentações rua, seja em casas de shows e festivais, a intenção da banda sempre será a de passar uma experiência orgânica e transformadora para o público. Mesmo com pouco tempo de estrada, a banda já coleciona participações em festivais como Drive-in CCBB – Palco Novo, Cerrado Jazz Festival, Festival COMA, Makossa, República Blues, Jazz na Vila, Bud Basement, Elemento em Movimento e tantos outros, além de outras apresentações marcantes, como quando abriu o show da banda norte-americana Hypnotic Brass Ensemble em Brasília. Em 2019, participou do Festival de Música Nacional FM com a música “Melina Gruv”, primeira música autoral do grupo, composta e arranjada pelo trombonista e band leader Bruno Portella, tendo sido premiada em duas categorias, a de Melhor Arranjo e de Melhor Intérprete Instrumental.

Marlene Souza Lima Grupo (@marleneslimaguitar)
O MSL Grupo está na estrada há mais de dez anos. Com um CD e um DVD autoral gravados, já se apresentou em importantes eventos que prestigiam a música instrumental brasileira, tais como Sesc Brasil Instrumental (SP), Jazz nos Fundos (SP), Festival BB Blues e Jazz (DF), Kabul Jam (SP), Festival de Cavalcante (GO), Festival CoMa (DF), entre outros. Na TV, participou do programa Talentos, da TV Câmara, Refrão, da TV Justiça, e também dos programas Espaço Cultural e Estúdio A, ambos na TV Senado. O MSL grupo é formado por Marlene Souza Lima na guitarra e composições, Sidney Campos na bateria, Fernando Palau nós teclados e Moisés Pacífico no baixo. Música instrumental pra dançar e contemplar!